As famílias portuguesas não vivem, sobrevivem…A política habitacional não permite o desenvolvimento de um bem-estar social estruturante e sistematizado individual ou familiar… O aumento do desemprego e dos empregos precários contribuem para as crises familiares e para o aumento dos problemas de saúde mental…
As entidades competentes não têm promovido a inclusão das pessoas nem a manutenção das habitações
e infraestruturas dos bairros sociais, os idosos, crianças e jovens estão completamente abandonados.